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Pra quem gosta de ler nas entrelinhas
A Letra Miúda é uma revista sobre Literatura, sem distinção de destinatário. Literatura e ponto (ok, talvez sejam reticências...).
É sobre a vida também. A nossa – de quem escreve e transborda em palavras o que ouve, vê, sente, pensa e deseja – e a de quem nos lê. Esse espaço é o nosso (re)canto. Um lugar pra trocar ideias sobre o que queremos desse mundo, muitas vezes, desencantado. E para falar disso tudo, reunimos artistas com perfis muito diferentes. Nosso time de colunistas e ilustradoras é 100% feminino e muito do que trazemos para conversar com você gira em torno desses universos que não nos definem, mas nos empoderam: vamos falar de leituras, escritos, cultura, cotidiano, prosa e poesia, acolhimento, história, posicionamento. E abrir espaço para outras vozes também. Na seção Prosa e Verso a gente recebe artistas que toparam compartilhar palavras que merecem ser ecoadas por aí. Enfim, (mas nunca finalmente), Letra Miúda é uma semente que foi plantada há muito tempo. Precisou de adubo, sol, água e tempo para amadurecer. Chegou a hora da colheita e é muito bom ter você aqui!
Para leitura em celulares, sugerimos que clique nos títulos abaixo:
Já sorrimos à toa, já comemoramos a ótima receptividade da primeira edição e agora temos que nos desvendar. Dissipar a atmosfera de suspense e fincar as tabuletas que dizem a que viemos. Nossa segunda edição está incrível. Vem!
Fernanda Baroni apresenta o livro de estreia de Natália Fonseca. Ilustrada por Rogério Neves, a história nos leva para um passeio fantástico ao lado de uma pequena aventureira. Nas entrevistas, os autores compartilham seus processos de criação, expectativas e alegrias com o lançamento.

Um conto sobre a ausência mais doída. Aquela nunca imaginada. A mais difícil de aceitar. Natália Fonseca nos leva para conhecer as dores de uma família que se perrgunta: "como é mesmo que se faz pra viver?"

Uma presença que aos poucos se esvai . Nesse conto sensível, Polyanna Gomes costura palavras sobre o afeto que une Tia Luzia e Ana. Um amor de vida inteira representado em um exército de bonecas de pano carregadas de memórias.

As histórias do passado podem parecer, muitas vezes, difusas e amorfas. Mas elas tiveram nomes, rostos e, quase sempre, um triste fim. Verena Alberti nos leva para mais um passeio além do tempo.


Nesta edição, Erica Rabbeljee fala sobre a coragem e a resiliência de Carolina Maria de Jesus, uma mulher preta que se fez escritora. Uma leitura forte, tocante, que forma, transforma, atravessa, revolta e fortalece.
Érica Montenegro nos lembra que livros podem ser como portais. Muitas vezes, com guardiões, em forma de mediadores de leitura, prontos para revelar histórias, construir olhares e partilhar afetos.


Um livro ilustrado? Ou um livro sem figuras? Cristina Ferreira nos apresenta um livro que desafia conceitos e uma mediação que une crianças e suas famílias em um momento de diversão, exploração e boas gargalhadas. TOING!
Viviane Lucas nos convida a conhecer seus pensamentos. Numa conexão com as palavras do escritor Rainer Maria Rilke, os dois deixam no ar algumas perguntas: a brutalidade dos fatos reais te impede ou te impulsiona a escrever? Você morreria caso fosse proibido de escrever?

Lembranças, decepções e deslumbramentos, términos e recomeços. Puxa uma cadeira, passa um café e vem pensar sobre os movimentos da vida com a Nanda Guimarães.

Como nascem os amores? Com que fios são tecidos? Com palavras doces e habilidosas, Graziela Honorato costura uma história de amor que embala gerações.


O belo e o monstruoso, o bem e o mal, o justo e o injusto cabem todos na Literatura. Suelen Viana nos convida a pensar sobre como um conto clássico pode nos levar a uma viagem que entrelaça Literatura, cinema, observação e boas conversas.
Esse conto de Cidinha Ribeiro fala dos caminhos possíveis para o amor e a vida. Quando a alegria se foi? Se houve motivos claros, eles ficaram nublados. Será um adeus ou até breve?

Nesta crônica, Raquel Cesário fala sobre a mulher mãe. A que tem mil papéis. A que encaixa mais um compromisso sim. Mais uma responsabilidade. A que dá um jeito. A malabarista. A que dá conta de tudo. Até que não dá.

Como nasce um livro? Como ser publicado pela primeira vez? Como encontrar uma editora? Bárbara Anaissi traz diferentes olhares, considerações e conselhos para o autor em desespero!


A voz feminina na Literatura negro-africana. O olhar de Dayane Teixeira sobre o livro Uma carta tão longa, da senegalesa Mariama Bâ, e como ela e outras autoras têm contado as próprias histórias, quebrando estereótipos e abrindo caminhos.
Esse conto de Tiago de Souza é sobre o lançamento de um possível bestseller. Mas poderia também ser sobre más decisões e aquele momento em que tudo começa a desmoronar bem na sua frente.

Amargura, desencantamentos, decepções e aquele final inesperado. O conto de Valéria Borges é sobre a dor de perder o que nunca foi seu.

A expressão artística pode ter muitas formas. Acostumada a brincar com as palavras, Leila Fernanda Arruda conta como lentamente está abrindo um novo caminho entre cores, traços e pincéis.

Fernanda Godinho faz um convite para revisitar 2023 com ternura e tomar impulso para aterrissar com o pé direito no que a vida nos reserva.
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